Polícia
Vigilante é morto com mata-leão pelo genro em MS
Genro disse que sogro avançou contra ele ao intervir em discussão entre pai e filha
Fabio Junior de Souza Feitoza, de 44 anos, foi assassinado com um mata-leão pelo genro no Jardim Tarumã, em Campo Grande, na noite de domingo (18). Essa é a quinta morte em decorrência de homicídio registrado em 24 horas em Mato Grosso do Sul.
A Polícia Civil foi acionada pela equipe da 10ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar) após o vigilante ser encontrado caído ao chão e imobilizado pelo genro.
Na ocasião, o genro disse que esteve na casa da namorada por volta das 18 horas, ocasião em que viu uma equipe da PM conduzindo sua sogra e uma vizinha até a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), pois o sogro teria agredido a vizinha.
Segundo o boletim de ocorrência, o homem permaneceu na casa da namorada e foi ao mercado. Ao retornar do mercado por volta das 21h30, ele encontrou o sogro alterado em frente ao imóvel, discutindo com a filha — namorada do suspeito — e exigindo o aparelho celular dela.
Diante da discussão e alteração de Fábio, o genro interviu, mas foi ameaçado pelo sogro, que teria avançado contra ele com um capacete. O genro contou aos policiais que ambos entraram em luta corporal, momento em que ele usou um capacete para reagir, imobilizou o sogro e pediu ajuda aos vizinhos.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, a vítima teria sofrido um golpe de mata-leão ao ser contida pelo genro. O Corpo de Bombeiros foi acionado, Fábio recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
À polícia, um vizinho confirmou a situação relatada pelo genro e informou que a esposa do vigilante estava na delegacia pedindo medida protetiva contra ele. Também, falou que a vítima tinha um comportamento agressivo constantemente.
Após a briga, o genro ficou com marcas de mordidas no braço e na mão, arranhões e lesão no queixo. Ele foi encaminhado para a delegacia na condição de suspeito, ouvido e liberado horas depois.
A Polícia Civil pediu exame necroscópico e o caso foi registrado como homicídio simples e lesão corporal dolosa.
Midiamax


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