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Polícia

Mãe que enterrou filha viva é condenada a 39 anos de prisão

Caso aconteceu em Brasílândia, Mato Grosso do Sul

13 JAN 2022Por Redação/TR14h:01

O júri decidiu pela condenação de Emileide Magalhães, acusada de matar a filha de 10 anos, Gabrielly, em 21 de março de 2020, em Brasilândia. Ela deve ficar presa durante 39 anos e oito meses, inicialmente em regime fechado.

A sentença é assinada pelo juiz Rodrigo Pedrini Marcos, da comarca de Três Lagoas. Ela foi sentenciada por homicídio quadruplamente qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e falsa comunicação de crime. Além disso, ela perde a guarda dos outros quatro filhos.

Durante depoimento nesta quarta-feira (12), Emileide disse que estava drogada e que Gabrielly, enterrada viva, ‘caiu’ na própria cova enquanto era estrangulada com um fio no pescoço.

 “Acho que um chinelo meu ficou nesse buraco. Eu me apoiei nela para sair no buraco e ela ficou. [...] Ela caiu de ponta cabeça nesse buraco”.

O irmão de Gabrielly, com então 13 anos, estava no local e teve que ajudar a jogar terra no buraco.

Questionada sobre a motivação, Emileide diz que não sabia que a filha era estuprada pelo padrasto, nem que tinha contado sobre a violência para uma amiga de escola. Ela disse, ainda, que terminou de enterrar a filha porque ela estava “desfalecida” e já parecia morta.

“Joguei pedaço de terra no buraco. Na minha cabeça, ela já estava morta. Chamei o [outro filho] e ele voltou, aí juntou terra na camiseta dele e ajudou”, complementou.

Sobre voltar para a cidade para tomar cerveja e ainda comunicar falsamente o desaparecimento de Gabrielly, a mãe afirmou que “não sabia o que fazer” e “estava desnorteada”.

Diana Christie e Thiago de Souza - Top Mídia News

Ceres

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