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18 de junho de 2019
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Policia

Antes de ser morta, mãe teria questionado se o namorado estuprou adolescente

A menina de 14 anos ficou em choque, mas já foi ouvida pela polícia sobre o crime

11 JUN 2019Por Redação/ML12h:31

O feminicídio ocorrido na madrugada desta terça-feira (11) em um condomínio no Jardim Campo Nobre, em Campo Grande, pode ter sido sucedido por uma briga entre vítima e autor. A discussão teria começado quando a mulher questionou o suspeito se ele havia abusado sexualmente da filha dela, de 14 anos.

A delegada Sueili Araújo, da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), falou sobre as primeiras impressões do caso. Segundo ela, a vítima teria questionado o autor do crime se ele abusou sexualmente da filha dela, a adolescente de 14 anos, quando teve início uma discussão e, posteriormente, o homem teria assassinado a vítima enforcada.

O Jornal Midiamax apurou que o suspeito já foi preso em flagrante, em 2008, pelo crime de estupro. O caso chegou a ser registrado como estupro qualificado por violência doméstica. Além disso, ele foi detido anos depois por tráfico de drogas.

O relacionamento entre vítima e autor ainda não foi confirmado. A princípio eles seriam namorados, mas o homem é casado com outra mulher atualmente. No apartamento onde ocorreu o crime não há sinais de luta corporal e a polícia ainda apura se o suspeito realmente estuprou a vítima antes de matá-la enforcada.

A menina de 14 anos disse à polícia que não viu o crime ocorrer pois já estava dormindo. Num primeiro momento ela disse que acordou com o suspeito em cima dela, tentando esganá-la. Depois ela chegou a afirmar que ela pedia ajuda para salvar a mãe da menina. No entanto, foi constatado que ela tinha sinais de esganadura no pescoço. A adolescente ficou em estado de choque e após o depoimento foi liberada e já está com familiares.

Também conforme a polícia, o autor do crime, de 39 anos, estaria ajudando a vítima financeiramente. Ele responderá por feminicídio e ainda até o momento não foi preso

Fonte: Renata Portela e Mariana Rodrigues /Mídia Max

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