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Mãe de Eliza Samudio diz que ainda não recebeu passaporte da filha

Documento de Eliza Samudio foi encontrado no começo do mês em uma casa localizada em Portugal e gerou uma série de especulações

16 JAN 2026Por Redação/EC16h:46

Cerca de duas semanas após ser encontrado por um brasileiro em Portugal, o passaporte de Eliza Samudio, que desapareceu em junho de 2010, ainda não chegou à família. Sônia Fátima Moura, mãe de Eliza, disse que ainda não recebeu nenhum parecer sobre o paradeiro do documento.

Documento

A descoberta do passaporte de Eliza Samudio em uma casa localizada em Portugal causou alvoroço e gerou uma série de teorias. O documento estava em uma estante de livros de uma casa alugada e foi localizado por um brasileiro. Ele acabou entregando o passaporte ao consulado do Brasil em Lisboa em seguida.

Até agora, segundo Sônia, nenhuma autoridade a procurou para informar um prazo de envio. “Assim como recebi, anos depois, os pertences da minha filha e umas fotos queimadas do Bruninho ainda bebê, espero receber o documento e guardá-lo comigo”, disse ela ao Extra.

Após a revelação do caso, a mãe de Eliza Samudio fez um desabafo emocionado e afirmou que dói ver a imagem da filha sendo exposta: “Minha filha está morta. E essa é uma frase que nenhuma mãe deveria repetir todos os dias para si mesma. Ela carrega uma saudade que aperta o peito, que sufoca, que nunca descansa”, começou.

Desabafo

“E, mesmo assim, dói ainda mais ver a imagem da minha filha sendo usada como se fosse um instrumento para gerar audiência, dinheiro e fama. Cada exposição desnecessária reabre a ferida, aumenta o vazio e transforma a saudade em revolta. Minha filha tinha uma história, sonhos, um sorriso, e não pode ser reduzida a uma manchete fria”, seguiu.

O documento encontrado tem data de emissão de 9 de maio de 2006 e venceu em 8 de maio de 2011. O único carimbo registrado é o de entrada no país europeu em 1º de maio de 2007.

Eliza Samudio foi assassinada em 2010. Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, foi condenado por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver, recebendo pena de 22 anos de prisão, depois reduzida para 20 anos e 9 meses. O corpo de Eliza nunca foi encontrado.

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M9

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