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Projeto leva energia solar a 2,1 mil moradias no meio do Pantanal

Projeto "Ilumina Pantanal" foi lançado pelo Grupo Energisa em parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul nesta manhã

3 MAR 2021Por Emilly Constanci08h:00

Até 2022, 2.167 moradias localizadas em pleno Pantanal sul-mato-grossense serão abastecidas por energia solar. O projeto “Ilumina Pantanal”, lançado pelo Grupo Energisa em parceria com o Governo de Mato Grosso do Sul foi lançado, na manhã de terça-feira (2), beneficiara cerca de 5 mil pessoas que vivem espalhadas numa área de cerca de 90 mil quilômetros quadrados nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda.

“Serão 2.167 unidades de energia instaladas em uma área que representa praticamente três países europeus juntos, como o tamanho de Portugal e Holanda. O sol do dia vai iluminar a noite. A meta é universalizar energia no Pantanal”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) durante evento para a divulgação do projeto, na Governadoria.

Reinaldo acrescenta que a ideia é audaciosa, que une desenvolvimento e preservação ambiental. “É uma proposta ousada, que vai melhorar a qualidade de vida da população, levando eletricidade para regiões de difícil acesso. Vamos contribuir com o crescimento socioeconômico do Pantanal, com fornecimento de uma energia limpa, preservando a fauna e a flora”, disse.

A partir de julho, a maioria das residências rurais ganharão microssistemas individuais de geração solar fotovoltaica e armazenamento da energia excedente em baterias. A intenção é que o fornecimento de energia seja ininterrupto, mesmo durante a noite e em dias chuvosos ou nublados, quando há pouca incidência da luz solar.

“Serão levadas baterias de lítio, as mesmas utilizadas para carros elétricos. Cerca de 300 funcionários vão levar essas baterias por meio de barcos, trator, comitivas pantaneiras de cavalo”, explicou o governador.

Reinaldo deixa claro que nada muda nas contas de luz do restante dos consumidores do Estado. “Neste ano, mais de 1 mil serão implantados. O restante será até 2022. Para o beneficiário, não vai ter custo de instalação e ele só vai ter de pagar a tarifa social de R$ 30. Não haverá impacto na tarifa dos consumidores do Estado”.

No total, a concessionária do abastecimento de energia da maior parte dos municípios de Mato Grosso do Sul está investindo R$ 134 milhões no programa. “Universalizar o acesso à energia numa região tão importante para o desenvolvimento sustentável brasileiro é um grande passo na história do Grupo Energisa. Para alcançar este objetivo, investimos em inovação e sustentabilidade, criando uma solução pioneira”, afirmou o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes.

Anahi Zurutuza e Gabriela Couto - Campo Grande News

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