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Chapéus de Rio Verde ditam a moda sertaneja pelo Brasil

2 FEV 2017Por Diario do Estado MS09h:09

Usar chapéu hoje em dia não é somente ter um acessório que proteja a cabeça das pessoas do sol escaldante de todos os dias, principalmente em Mato Grosso do Sul, onde os peões pantaneiros tradicionalmente, usam o artigo como parte natural do corpo na lida da vida rural. 

A vizinha cidade de Rio Verde conta com uma fábrica de chapéus com a matéria prima da palmeira Carandá e é a única da região brasileira. Atuando de forma sustentável, a empresa busca também a valorização da cultura pantaneira. Os produtos são vendidos para outros 11 Estados, entre eles, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Acre, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão, Minas Gerais e São Paulo.

Inicialmente eram produzidas 200 unidades por mês, e atualmente a produção chega a 30 mil chapéus ao mês, e o faturamento, pulou de R$ 100 mil para R$ 800 mil. A fábrica hoje emprega cerca de 35 pessoas com 50 microempreendedores terceirizados. O modelo mais comum é o chapéu de palha de carnaúba, cuja matéria prima vem do Maranhão e Ceará. É o tipo mais comum, usado principalmente entre os peões pantaneiros e produtores rurais da região.

E o estilo sertanejo com este tipo de artigo pessoal tomou conta do país, fazendo com que os chapéus produzidos em Rio Verde ganhassem a simpatia de dezenas de duplas musicais, além é claro, de ‘fazer a cabeça’ dos personagens e do público dos grandes encontros dos clubes de tiro de laço e nos espetáculos de rodeio realizados por todo o país.

M9

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