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Esportes

Flamengo lidera receitas para 2022 e estima somar até R$ 1 bilhão nos cofres

Atlético-MG, Palmeiras e Corinthians aparecem na sequência na lista

8 JAN 2022Por Redação/TR12h:21

O ano de 2022 promete ser mais um em que o Flamengo deve “sobrar” sobre os seus adversários brasileiros – ao menos se aferidos os números de projeção de arrecadação. 

A equipe rubro-negra, que vem há quase meia década se destacando pelo poderio econômico muito acima dos rivais do Brasil e da América do Sul, conseguindo contratações antes tidas como impossíveis e de privilégio apenas de equipes europeias, agora dispara à frente das demais e deve ter uma temporada com o bolso cheio: a projeção feita é de até R$ 1,033 bilhão no ano.

O número consta no planejamento oficial da equipe para 2022 e coloca o clube na liderança do ranking, levantado pelo jornalista Rodrigo Mattos, blogueiro do portal UOL. 

Para chegar nesse valor, o Flamengo leva em consideração que R$ 186 milhões com vendas de atletas devem ser arrecadados, além de R$ 77 milhões no marketing e R$ 100 milhões na área de bilheteria e sócio torcedor. Já a estimativa de gastos da diretoria fica na casa dos R$ 611 milhões.

Já o segundo lugar está nas mãos do poderoso Atlético Mineiro, com R$ 821 milhões previstos de arrecadação e R$ 447 milhões em gastos. 

Contudo, na faixa de recursos a serem arrecadados, a projeção leva em consideração uma possível venda da metade que ainda pertence ao clube do Shopping Diamond Mall, em Belo Horizonte (MG). A estimativa é que o imóvel vale hoje R$ 350 milhões.

Terceiro clube com a maior receita oficial publicada no Brasil, o Palmeiras pretende ganhar R$ 625 milhões, sendo R$ 133 milhões oriundos de venda de atletas. O valor a ser gasto para manter a equipe não foi publicado.

Tião na lista

O surpreendente quarto lugar ficou com o Corinthians, que se aproxima do rival Palmeiras e quer arrecadar R$ 598,7 milhões em 2022. 

O dinheiro viria, por exemplo, da renda de bilheteria, estimado em R$ 70 milhões. Já o lucro esperado é de R$ 10 milhões, sendo o gasto para o ano de 2022 fixado em R$ 440 milhões.

Em quinto no ranking dos times com as principais previsões de arrecadação aparece o gaúcho Internacional, com R$ 420 milhões e R$ 237 milhões em gastos no futebol. 

Já o sexto lugar é do São Paulo, outra potência econômica e atualmente atrás de rivais paulistas diretos. 

Projetando receita próxima dos R$ 400 milhões, o tricolor precisará vender R$ 142 milhões em jogadores para atingir tal número – assim como no caso do Palmeiras, não há números sobre os gastos com futebol em 2022.

Grêmio ainda forte

Mesmo com a queda para a Série B do Brasileirão 2022, o Grêmio pretende continuar entre os maiores arrecadadores do futebol nacional, com R$ 294 milhões – uma redução de quase R$ 200 milhões em comparação ao ano passado. 

Além disso, os gastos foram estimados em R$ 213,8 milhões. O sétimo lugar é do Santos, com R$ 293 milhões de arrecadação e R$ 145 milhões em gastos estimados por ora.

Em processo de transição administrativa, o Botafogo é o oitavo da lista, com arrecadação pretendida de R$ 192 milhões em 2022, contra R$ 191 milhões em gastos. 

O Alvinegro carioca aderiu à Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e será gerido pelo britânico John Textor, executivo que também tem em suas mãos o Queens Park Rangers, da Inglaterra.

No fim do Ranking

Jogando a Série B, o Vasco da Gama é o último carioca da lista, com R$ 173 milhões de arrecadação e R$ 78 milhões de gastos previstos. 

Logo atrás aparecem Ceará (R$ 163 milhões de arrecadação e R$ 82 milhões de gastos) e Fortaleza (arrecadará R$ 141 milhões e gastará R$ 88 milhões), fechando o ranking de gastos. 

Fluminense e Cruzeiro, outro time que passa por transformação se tornando SAF, não divulgaram os dados financeiros para 2022 – os balancetes são anuais.

Nyelder Rodrigues - Correio do Estado

Ceres

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