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Agronegócio

Em cinco meses, MS exporta 7,5 mil toneladas de carne suína e bate recorde em volume comercializado

Expectativa é que o estado aumente a participação nos embarques da proteína em 2021.

23 JUN 2021Por Redação/TR15h:31

As boas práticas na produção da suinocultura em Mato Grosso do Sul consolidam a atividade e potencializam os resultados. De janeiro a maio de 2021, o volume das exportações de carne suína in natura foi de 7,5 mil toneladas, superando em 107% o mesmo período de 2020. Em dez anos, este é o maior volume registrado neste intervalo, recorde que é o tema da editoria #MercadoAgropecuário de segunda-feira (21).

 A carne in natura inclui carcaças e meio, carcaças frescas e resfriadas, além de outras carnes refrigeradas que não passaram por nenhum processo de industrialização. Em receita, as exportações totalizaram U$ 13,3 milhões, aumento de 131% no faturamento para este intervalo. 

A expectativa é que Mato Grosso do Sul aumente sua participação nos embarques desta proteína até o final do ano. “A China, assim como outros países da Ásia e da Europa, foram e continuam sendo impactados pela Peste Suína Africana. O cenário possibilita que o Brasil mantenha um bom ritmo nas vendas e permita assim, uma presença ainda maior do estado na comercialização deste produto”, avalia a analista técnica do Sistema Famasul, Eliamar Oliveira.  

Entre os principais destinos da carne suína sul-mato-grossense se destaca Hong Kong, com 63% do volume. Já Cingapura que, até 2019, não configurava entre os destinos da proteína, desde o ano passado ocupa a segunda posição no ranking dos clientes.

 Produção

De janeiro a maio deste ano o estado produziu 1,05 milhão de cabeças de suínos para abate. O número é 6,89% maior em relação aos 985 mil animais abatidos em igual período de 2020. “A alta mostra que, apesar do desafio com os custos de produção mais elevados, o suinocultor mantém o investimento e responde aos estímulos da demanda”.

Preço

Para o mês de maio, a referência do preço de suíno vivo no estado foi de R$ 5,60 o quilo. Comparado ao mês de abril, a alta foi de 1,82%, com valorização de 36,58% frente a maio de 2020, quando registrou R$ 4,20. No acumulado do ano, o preço médio foi de R$ 5,78, alta de 35,68% em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul - Ellen Albuquerque

Ceres

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