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16 de dezembro de 2018
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Política

A verdade prevalece e autores de Fake News sofrem primeira derrota em pré-campanha

13 JUL 2018Por Redação/OJ09h:20

A decisão do juiz Cesar Luiz Miozzo dessa quinta-feira, 12, no âmbito do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), representa a primeira vitória do pré-candidato a governador pelo PDT, juiz Odilon de Oliveira, contra os autores de notícias falsas espalhadas nas redes sociais e publicadas em sites sem credibilidade. O Facebook pode pagar multa de R$ 30 mil por dia se não retirar os textos Fake News.

Desde que o juiz aposentado Odilon de Oliveira decidiu se candidatar ao governo do Estado pelo PDT e tem liderado todas as pesquisas de intenção de votos, ele passou a ser vítima de falsas acusações nas redes sociais por pessoas ligadas aos seus adversários políticos, que pretendem permanecer no poder a qualquer custo.

Como o pré-candidato juiz Odilon tem um passado limpo, os adversários usam a estratégia de elaborar matérias com falsas informações para tentar enganar o povo. As tentativas de macular a honra do magistrado mais combativo de Mato Grosso do Sul tornaram objeto de um processo judicial para a retirada das matérias ilícitas das redes sociais, sob pena de multa aos detratores.

A decisão do TRE-MS determina a exclusão imediata de falsas notícias no Facebook, no prazo de 48 horas. Elas foram publicadas em sites do G7 da família Portilho Coene e pelo engenheiro Luiz Eduardo Auricchio Bottura. Em caso de desobediência à ordem judicial devem pagar multa no valor de R$ 1.000,00 por dia.

O juiz determinou também que o Facebook Serviços Online do Brasil LTDAtome providências urgentes para exclusão do material criminoso. No caso da empresa, a multa é ainda maior, estipulada no valor de R$ 30 mil por dia, se os textos arrolados no processo não forem excluídos.

O quarteto de detratores, Luiz Eduardo Auricchio Bottura, Antônio Fabiano Portilho Coene, Francisco Henrique Portilho Coene e Fabrizio Trindade Coene, também é suspeito de patrocinar clandestinamente charges divulgadas com o objetivo de enxovalhar Juiz Odilon.

Em uma ação coordenada de ataques, os representados acusaram levianamente o pré-candidato do PDT ao Governo do Estado de vínculo com o jogo do bicho, uso ilegal de influência no Judiciário e atuação em aliança criminosa. Dentre as calúnias, outro ponto inventado é o de favorecimento do Juiz Odilon ao deputado Dagoberto Nogueira em desvios milionários no Detran-MS (Departamento de Trânsito de Mato Grosso do Sul), sem contar o uso da expressão “Ciro Maconha”, identificada pelo magistrado como uma sentença afrontosa.

Os sites da família Coene tiveram suas atividades intensificadas em Mato Grosso do Sul nos últimos meses, sendo formado agora pelos portais: Portal I9, MS News.NET, Morena News, É o Mundo, A Manchete, Diário Patriota e Diário Republicano. Não coincidentemente, o aumento do número de endereços eletrônicos está diretamente relacionado ao volume de Fake News divulgadas por estes veículos e ao ativismo digital irresponsável de Antônio Fabiano Portilho Coene, Francisco Henrique Portilho Coene e Fabrizio Trindade Coene contra o juiz Odilon.

Os advogados do PDT ainda vão recorrer da decisão ao pleno do TRE para que os perfis e páginas no Facebook dos referidos autores dos Fake News sejam excluídas pelo próprio Facebook. “Lamentamos muito que, mesmo na pré-campanha, pessoas sem qualquer compromisso com a democracia se utilizem do jogo sujo para tentar enganar os eleitores. Isso se deve ao desespero total de nossos adversários para se manterem no poder a qualquer custo”, comentou o pré-candidato juiz Odilon.

Fonte: PDTMS

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